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Nota Dissonante

Se a vida te der limões faz uma limonada.

Nota Dissonante

Se a vida te der limões faz uma limonada.

18/06/18

Jamestown

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Escrita por Bill Gallagher. Passada em 1619, Jamestown segue os primeiros colonos ingleses enquanto estabelecem uma comunidade no Novo Mundo. Entre os que desembarcam na costa está um grupo de mulheres destinadas a casar com os homens de Jamestown, incluindo três mulheres espirituosas da Inglaterra.

 

Começa hoje, na Fox Life, às 22h20 a 2.ª temporada desta série. Não percebo porque é que dá tão tarde. Se tivesse ordinarices passava mais cedo, de certeza. Lá terei que fazer o sacrifício e ficar acordada até tarde.

Conhecem a série ? Gostam dela ?

publicado às 09:16
15/06/18

O Que É Que Lhes Passou Pela Cabeça ?

Todos nós já vimos pessoas vestidas da forma errada, com roupa que não é para aquele tipo de corpo, ou para a ocasião, etc. Os casos que aqui vou contar são desses, mas levados ao extremo, e fazem-nos perguntar O que é que lhes passou pela cabeça ?

A primeira situação aconteceu na praia, era eu criança. Os meus pais aperceberam-se que a rapariga ( na casa dos 20 ), ao nosso lado, tinha o fato de banho manchado de sangue na zona genital. Resolveram avisá-la, mas olharam melhor e perceberam que o fato de banho era mesmo assim, todo branco e com um retângulo vermelho tipo penso higiénico.

O que passou pela cabeça do fabricante de fatos de banho para colocar a parte vermelha justo naquele sítio é coisa para a qual não tenho resposta, por mais que pense. E para a rapariga ter escolhido aquele fato de banho também não.

A segunda situação passou-se com a desdentada, a rapariga de quem falei neste post : https://notadissonante.blogs.sapo.pt/o-regresso-do-escorbuto-65318

Alguém foi à praia e encontrou-a por lá, com o biquíni cheio de nódoas. Como é que alguém enche o raio do biquíni de nódoas !? E não o lavou porquê !?

A terceira situação teve um vizinho meu como protagonista. O rapaz, de 18/19 anos andava vestido com um colete de pele completamente aberto, sem nada por baixo, e viam-se os mamilos.

Calculo que quisesse mostrar que tinha estilo, no entanto, além de estranho ficava chunga à brava.

A última situação é a pior de todas porque a senhora, além de ter uns 30 e tal anos, era mãe.

A pessoa em questão veio falar comigo ao meu emprego e, enquanto conversávamos e eu olhava para a cara dela, apercebi-me que havia qualquer coisa na roupa que não batia certo. Olhei discretamente e... a mulher estava de pijama, com umas botas e um kispo !

Será que dá assim tanto trabalho uma pessoa andar limpa e com uma roupa que não ofenda os outros !?

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publicado às 09:22
14/06/18

Os Segredos Para Uma Boa Limonada

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Com o tempo quente a aproximar-se, sabe bem tomar bebidas frescas. A minha limonada é a bebida ideal.

Ingredientes :

  • 1 limão biológico
  • 1,5 l de água
  • 1/2 copo de açúcar integral

Preparação :

Ferve-se a água com o açúcar e a casca de meio limão e deixa-se arrefecer completamente. Quando estiver completamente frio, retiram-se as cascas, deita-se num jarro e junta-se o sumo do limão.

 

Os segredos são o limão biológico porque ao usar-se a casca não convém que tenha pesticidas, e o açúcar integral que é mais saudável que o refinado e que o amarelo. E esqueçam as receitas que se limitam a tentar misturar o açúcar na água à temperatura ambiente, pois ele nunca vai ficar bem dissolvido. Para fazer uma boa limonada tem que se ferver a água.

publicado às 08:52
12/06/18

Quando Não Sabemos Se Agimos Bem

Certa vez, no meu trabalho, uma senhora falou-me do cunhado e disse :

- Ele anda lá metido naquelas coisas.

Parti do princípio que o tipo se metia na droga.

Passado um tempo, ela fala outra vez do assunto, mas dessa vez já foi mais específica e disse que o cunhado assaltava casas e que, inclusivé, costumava levar o filho quando este era mais pequeno. Também disse que ele estava a ser procurado pela Polícia, mas que não o conseguiam apanhar porque ele dormia no carro.

Não pensei mais no assunto, até uma colega  me dizer que o tipo era giro. Na minha cabeça, surgiu o cartaz publicitário a um filme com o título O Ladrão Bonzão.

Até que um dia, a pessoa em questão me apareceu no emprego. Era um homem enorme, pelo menos 1,90 m, vestido com um fato de treino e perfeitamente banal. Está visto que os gostos da minha colega para homens não são os melhores...

Pensei em chamar a Polícia, mas teria que lhe dizer para esperar um bocado que eu já voltava ( o que seria suspeito ), e quando aparecessem para o prender era óbvio o que tinha acontecido, por isso não fiz nada.

Uns dois ou três anos depois, eu estava numa superfície comercial, quando o vi aparecer. Ele olhava para todos os lados, tornando óbvio que continuava a monte. Mais uma vez, me ocorreu chamar a Polícia, sendo que dessa vez ele não ia fazer ideia que eu tinha alguma coisa a ver com o assunto. Mas eu também arriscava a telefonar para o 112 e, quando chegassem, ele já ter saído porque dava a impressão de ter ido apenas beber um café, e ainda pensavam que era uma partida idiota. Também não sabia se ele estava armado...

O que teriam feito no meu lugar ?

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publicado às 10:01
11/06/18

A Mulher do Oficial Nazi

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Acabei ontem de ler este livro e adorei porque mostra uma perspetiva diferente da 2.ª Guerra Mundial.

Aqui fica a sinopse :

Aqueles que não testemunharam do Holocausto, às vezes, têm dificuldade em perceber o quão profundamente isso afetou a vida na Europa durante os decénios de 30 e 40 do século XX. À medida que a Alemanha nazi estendia os tentáculos a todo o continente, populações inteiras foram despojadas, deslocadas e destruídas.

Edith Hahn Beer levava uma vida normal em Viena, no seio de uma família judia. Fora uma adolescente popular e tornara-se uma estudante de Direito extremamente bem-sucedida. Estava envolvida nos grandes debates políticos da época. Estava apaixonada. O seu futuro desenrolava-se à sua frente como uma passadeira vermelha. E, de repente, tudo terminou. Quando Hitler invadiu a Áustria em 1938, Edith ficou sem futuro.

No coração da Alemanha nazi, escondendo a sua identidade em casa e no trabalho, Edith viveu com o medo constante de ser descoberta. Foi ali que conheceu Werner - destacado membro do Partido Nazi -, que se apaixonou por ela e a pediu em casamento, mantendo a sua identidade em segredo. A filha de ambos viria a ser considerada a única judia a nascer num hospital do Reich em 1944.

Alguns anos depois, a Alemanha foi derrotada e Edith continuava viva. Sobreviveu quando milhões de judeus foram exterminados. Este livro conta a história de como esta mulher conseguiu manter o seu disfarce e de como, graças a uma sorte aleatória e à intervenção de algumas pessoas boas, foi diversas vezes resgatada da morte.

A Mulher do Oficial Nazi podia ser outro livro sobre o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, o que já seria notável. Mas é, além disso, um relato verdadeiro, dramático e emocionante de uma mulher extraordinária que sobreviveu ao maior genocídio da história da Humanidade, sem pretender ser corajosa, famosa ou lembrada. Ela apenas quis sobreviver.

publicado às 08:58
06/06/18

Surpresa no Cabeleireiro

Fui ao cabeleireiro para acertar as pontas, e tentar cortar algum do cabelo danificado pela quimioterapia. Fui por volta das 11 da manhã, por achar que era uma hora com menos movimento, e acertei. O cabeleireiro não tinha clientes.

Entrei, muito sumidinha , com vergonha do cabelo espetado, curto e palhento, e diz a esteticista :

- Que rico cabelo ! Mas que rico cabelo que a senhora tem !

Nem tive resposta.

É verdade que não tenho falta de cabelo, que tem uma cor bonita ( só tenho um fio branco ), mas nas pontas parece palha de aço.

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publicado às 08:59
05/06/18

Coitado do Porco !

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Há tempos, estava no corredor dos artigos para animais, quando vi um porco de borracha. Embora seja um brinquedo mais apropriado para cães, decidi comprá-lo para as gatas.

A Pipa não lhe liga muito, mas a Papoila adora-o. Ela lambe o porco, arranha o porco, abraça o porco, morde o porco...

Coitado do porco, anda numa roda viva !

publicado às 08:50
04/06/18

Ainda o Museu dos Doces

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Em 2012, escrevi um livro infantil em que o personagem principal, entre outras peripécias, visita um Museu dos Doces.

É verdade que o "meu" Museu dos Doces não tem uma piscina de gomas onde os visitantes podem nadar, mas tem fotos de doces a serem feitos. Ou seja, é mais educativo. E como é ficção, os doces em tamanho gigante são verdadeiros.

publicado às 08:59

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