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Nota Dissonante

Se a vida te der limões faz uma limonada.

Nota Dissonante

Se a vida te der limões faz uma limonada.

16/05/18

O Nota Dissonante Celebra Dois Anos

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É verdade, há dois anos que por aqui ando e tenho sido muito feliz na vossa companhia.

Espero que gostem do meu blogue tanto quanto eu gosto dos vossos.Uma das coisas mais maravilhosas, é que cada blogue é um mundo diferente dos outros.

Há blogues nos quais não participo, apenas leio, mas não deixo de ir lá dar uma vista de olhos. O tempo não chega para tudo, infelizmente.

Tenho pena de não poder oferecer uma fatia do bolo de aniversário a toda a gente.

Enquanto gostarem das minhas peripécias vou andar por cá. 

publicado às 09:08
15/05/18

Tangram

O Triptofano contou, recentemente, no blogue dele que costuma entreter-se com um tangram. Também tenho um, que estava esquecido no fundo de um armário, e lembrei-me de lhe dar uso.

Para quem não conhece : Tangram é um quebra-cabeças geométrico chinês formado por 7 peças.

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 Tem várias imagens que podemos reproduzir.

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É uma questão de escolhermos as que mais nos agradam.

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 É bem divertido.

publicado às 08:46
14/05/18

Um dos Piores Dias da Minha Vida

Costumo contar episódios engraçados da minha vida, mas claro que também tive maus momentos. O que vou contar hoje foi dos piores.

Na universidade onde eu estudava podia chumbar-se por faltas, por isso, tínhamos de assinar em todas as aulas.

Se eu tinha sorte porque morava perto e bastava apanhar um autocarro, havia colegas minhas que vinham de longe e tinham de acordar de madrugada para estarem às 8h30 na primeira aula do dia. Uma dessas colegas, para além de morar longe ainda era uma pessoa adoentada e, enquanto nós tínhamos 18, 19, 20 anos, ela tinha 40 e tal, era casada e tinha um filho, por isso faltava mais que a maioria.

Era comum imitarmos a assinatura de uma colega, quando ela faltava, e como simpatizava com ela, foi o que fiz.

Logo por azar, a prof. lembrou-se de nos fazer perguntas sobre um texto que tinha mandado ler como T.P.C. e fê-lo pela ordem em que tínhamos assinado. Era só uma questão de minutos até ela descobrir que a minha colega não estava e perceber que alguém imitara a assinatura.

Aquela prof. não era para brincadeiras e, com o stress, fiquei com uma dor de estômago fortíssima.

Os minutos foram passando, até que...os alunos de outra turma bateram à porta e pediram à prof. que saísse para falar com eles.

Peguei imediatamente no corretor e apaguei a assinatura. Mesmo que a prof. notasse e dissesse alguma coisa, já a situação era diferente. Eu podia alegar que me tinha enganado e feito a minha assinatura no sítio errado.

Comentei a situação com a colega que estava ao meu lado, e que já conhecia bem aquela prof. porque tinha estado numa turma adiantada, mas tinha interrompido os estudos durante uns tempos porque engravidou. O comentário dela foi :

- Se ela tivesse descoberto, nunca ias conseguir acabar o curso.

Tívemos aquela prof. noutras disciplinas, no ano seguinte, e eu comprovei que era verdade. Ela embirrava com algumas alunas e chumbava-as, sem problemas.

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publicado às 06:30
12/05/18

Com Amor, Simon

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Sinopse
Simon Spier tem 16 anos e os únicos momentos em que se sente ele próprio são vividos atrás do computador.
Quando Simon se esquece de desligar a sessão no computador da escola e os seus emails pessoais ficam expostos a um dos colegas, este ameaça revelar os seus segredos diante de toda a escola.
Simon vê-se, assim, obrigado a enfrentar as suas emoções e a assumir quem verdadeiramente é perante o mundo inteiro.
 

Comprei este livro porque me pareceu uma história interessante, mas até ao momento ( vou na página 39 ) não me seduziu. A ideia está engraçada, mas a forma como está a ser contada é que não resulta. Está cheio de trivialidades e poucos acontecimentos marcantes, tirando logo no início a cena da chantagem do colega.

Ainda por cima a história foi adaptada ao cinema. Será que o filme é melhor que o livro ?

publicado às 08:36
11/05/18

Um Telefonema Engraçado

Certa vez, fiz um telefonema muito engraçado.
O meu vizinho do lado, que era da mesma idade que eu, estava em minha casa. Nessa altura tínhamos 15 anos , éramos muito amigos e arranjavamos sempre maneira de nos divertirmos.
Acontece que, nesse dia, ia lá a casa dele um colega de escola de quem ele não se conseguia descartar. Foi então que lhe sugeri que recebesse o colega como se nada fosse. A ideia era eu telefonar uns 5 minutos depois do rapaz ter chegado, a fazer-me passar pela avó do meu vizinho e a dizer que o avô estava doente.
Telefonei e disse que o avô tinha tido um ataque cardíaco e para ele lá ir a casa o mais depressa possível. O pior foi que o outro queria acompanhá-lo a casa dos avós !
O meu vizinho ainda teve que inventar que não eram os avós que moravam naquela rua e que eram os outros avós e que viviam perto da escola. No entanto, o plano acabou por dar certo e ele disse que eu parecia mesmo a avó a falar !

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Agora que penso nisso, já não me lembro da última vez que fiz uma patifaria. Estou a ficar cada vez mais ajuizada.

publicado às 09:09
10/05/18

Lavar Roupa à Mão

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Lavar roupa à mão parece coisa de outros tempos, mas tive de o fazer há uns dias. Pior ainda, tive de o fazer roupa a roupa porque tive receio que as cores se misturassem.

Olhei para a minha coleção de bonecas e apercebi-me que estava cheia de pó. Como adoro as bonecas e as roupinhas, e não quero que se estraguem, resolvi lavar tudo e guardar. Se eu tivesse armários próprios para bonecas, era diferente pois estavam protegidas atrás de vitrines e não apanhavam pó, mas assim é complicado tê-las expostas.

Agora, falta lavar as bonecas, o que ainda é mais complicado porque demoram mais tempo a secar e ainda tenho que as manter longe das gatas...

publicado às 08:49
09/05/18

A Cama Nova

Nos últimos tempos, acumulou-se roupa no cesto a tal ponto que ia parar ao chão. Por isso, arranjei um saco grande e coloquei nele a roupa em excesso.

Então não é que fui dar com a Papoila a descansar em cima do saco ?

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Noutro dia, foi a vez da Pipa.

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Não vale a pena comprar camas para os gatos, eles arranjam-nas sozinhos.

publicado às 09:05
08/05/18

A Educação Não Tem Idade

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É verdade, a educação não está relacionada com a idade da pessoa, e também não está relacionada com o estrato social, mas isso é conversa para outro post.

Como sabem, ando a fazer tratamentos de radioterapia. Acontece que é necessário trocar a roupa e os sapatos por uma bata e uns chinelos de pano, num vestiário. Depois tenho de aguardar que me chamem. Enquanto esperava, numa das vezes, apercebi-me que alguém colou pastilhas elásticas no espaço que fica entre a parede e a porta. Parece coisa de miúdos, não é ? O curioso é que ali não há crianças a tratarem-se, aliás, a pessoa mais nova que por lá anda sou eu, o que significa que foram adultos que tiveram esse comportamento pouco civilizado.

Acho engraçado quando pessoas mais velhas criticam os jovens que têm comportamentos errados, mas afinal são iguais ou piores.

publicado às 09:18
07/05/18

Quando os Animais Nos Observam

Geralmente, somos nós que observamos os animais : no circo, no Jardim Zoológico, nos jardins públicos...mas o contrário também acontece. Os animais também nos observam.

Certa vez, trouxe da rua um melro ferido para o tratar e coloquei-o numa gaiola grande. Quando escureceu, coloquei um cobertor por cima da gaiola porque as aves gostam de dormir cedo. Pus-me a ver um filme e, como era legendado, e eu não queria incomodar o passarito, desliguei o som. No intervalo, deu-me para olhar para a gaiola que estava ao lado da tv e, qual não é o meu espanto, vi o melro a observar-me por um espaço que o cobertor não tapava.

Noutra ocasião, dei conta que tinha uma osga em casa. Pensei em varrê-la para a escada, mas enquanto fui buscar a vassoura, ela meteu-se num armário. Ora um armário, tem imensos esconderijos, por isso desisti e vim à Net. Olhei para o armário, só para me certificar que o bicho não se aproximava de mim, e dei com ela com uma pata encostada na base do armário, como se fosse uma pessoa, com o braço em cima do balcão de um bar, a observar-me.

A terceira situação que vou contar é a mais estranha e, felizmente, não se passou comigo.

Uma senhora que eu conheci, ficou viúva de repente. O marido, aos cinquenta e poucos anos, teve um ataque cardíaco e não resistiu.

Como não se conformou com a situação, ela passava os dias no cemitério, junto à campa. Um funcionário até teve pena e arranjou-lhe um banco. Então não é que havia um lagarto que se punha em cima da campa a olhar para ela sempre que ela lá estava ?

O funcionário do cemitério perguntou-lhe se ela queria que ele matasse o lagarto, mas ela não quis porque sempre gostou muito de animais e porque o bicharoco não estava a fazer mal nenhum.

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publicado às 08:33

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