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Nota Dissonante

Se a vida te der limões faz uma limonada.

Nota Dissonante

Se a vida te der limões faz uma limonada.

20/11/18

Um Elogio

No ano passado, quando fui visitar os meus pais, tive a oportunidade de conhecer e de falar com uma senhora francesa amiga da minha mãe : https://notadissonante.blogs.sapo.pt/mini-break-85025

Um destes dias, a senhora comentou com a minha mãe que eu falo muito bem francês.

Fiquei quando a minha mãe me contou.

A verdade é que deixei de ler em francês, não tenho com quem falar e raramente vejo programas na TV5.

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publicado às 08:44
19/11/18

Uma Peixeirada

Certa vez, nas férias de verão, encontrei uma caixa com lápis de cera e giz em minha casa, e eu e o meu vizinho resolvemos mostrar os nossos dotes artísticos.

Escolhemos a porta da casa do apartamento que ficava por cima do dele e toca de desenhar, mas fizemos uns desenhos muito infantis : o sol, casas, cenas dessas. Como é óbvio eu sabia desenhar muito melhor que aquilo.

Creio que escolhemos aquela porta porque os donos não viviam ali, só lá iam de vez em quando, por isso era menos provável sermos apanhados.

- Vão pensar que foi o Roberto.- Comentou o meu vizinho.

O Roberto era um miúdo, dois ou três anos mais novo que nós, e que como foi apanhado a fazer disparates algumas vezes, sempre que acontecia algo diferente pensavam que tinha sido ele. O meu vizinho que embirrava com o outro, não sei porquê, gostava de lhe pôr as culpas para cima.

No dia seguinte, eram umas 10 da manhã, e eu já nem me lembrava que tínhamos andado a fazer desenhos na porta, quando começo a ouvir uns gritos na escada.

Abri a porta de casa para ouvir melhor e ouvi a seguinte frase :

- Como é que podem ter sido os meninos se eles nem sequer cá estão !?

Percebi tudo. A tipa cuja porta tínhamos pintalgado pensou que os autores tivessem sido os miúdos que moravam no apartamento ao lado do dela, um rapaz da minha idade e a irmã, um ano mais nova, e foi lá reclamar. A empregada da casa que tinha ar das barracas não se ficou atrás e também berrou.

O argumento da empregada, em circunstâncias normais, teria acabado com qualquer discussão, mas como a outra não morava naquela casa, e provavelmente não ia ali há vários dias sabia que aquilo podia ter sido pintado antes deles terem ido de férias.

 

NÂO PERCAM A CONTINUAÇÃO DESTE POST SUMARENTO UMA PEIXEIRADA ( TAKE 2 ).

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publicado às 07:59
16/11/18

Beterraba Power

Na quarta-feira, fui fazer análises ao sangue. Depois de tempos e tempos à espera, chamaram-me, sentei-me na cadeira e diz-me o enfermeiro :

- Você não tem ar de António !

- .

( Mais ) um engano. Desta vez a médica, na requisição das análises colocou o nome de um homem, em vez do meu. Já me tinham chamado Maria Cristina, desta vez foi António.

Tive de ir à secretaria para retificarem o erro.

Ontem, tive a consulta e, felizmente, os meus níveis de ferro melhoraram. A verdade é que tenho comido a sopa de beterraba quase todos os dias. Além disso, agora há uma piza com base de beterraba e também a comi.

Pizza Base Beterraba.jpg

Estava com receio de não gostar, mas até não é má.

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Hoje, já vou fazer mais sopa.

P.S : Obrigada à Ana https://thats.blogs.sapo.pt  e ao Sapo pelo destaque do meu blogue.

publicado às 07:28
15/11/18

As Pernas Verdes

Certa vez, teria eu uns 19 ou 20 anos, tirei o pijama, pronta para tomar duche de manhã quando, para minha surpresa, vi que as minhas pernas tinham um tom esverdeado. Fiquei apavorada, certa de que tinha uma doença exótica !

Tentei manter a calma e lembrei-me que, no dia anterior, tinha estreado umas meias. Mas as meias eram pretas !!!!

Meti-me na banheira, passei as pernas por água e...magia. O tom verde sumiu.

Não ganhei para o susto !

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publicado às 09:07
14/11/18

Confiança

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A Pipa veio cá para casa há seis anos. Já contei noutro post que ela foi abandonada, ainda bebé de uma forma violenta.

Só dois anos depois de cá estar é que ganhou confiança e começou a vir deitar-se em cima de mim, quando o tempo está mais frio. Eu pego nela e coloco-a debaixo da manta.

Na semana passada, numa dessas vezes, ouvi-a ronronar pela primeira vez desde que está comigo.

A gata foi tão maltratada pelo/a dono/a anterior que demorou seis anos a sentir-se descontraída, e feliz ao ponto de ronronar.

publicado às 08:42
13/11/18

Agora Escolha

Para quem não sabe, o Agora Escolha era um programa da RTP no qual o telespetador podia escolher entre duas séries idênticas.

Certa vez, a escolha era entre um episódio do Poirot e outro que eu não gostava tanto, talvez o Crime Disse Ela.

A votação estava renhida por isso telefonei várias vezes, pelo menos umas dez, e acabou por ganhar o episódio do Poirot.

Comecei a ver o episódio e... era um episódio que eu já tinha visto !

Escusado será dizer que foi a primeira e única vez que telefonei para o programa.

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publicado às 08:58
12/11/18

O Gigas

Quando eu andava no 7.º Ano tinha um colega repetente, um rapaz de 15 anos. Agora que sou adulta, considero um rapaz de 15 anos uma criança, mas naquela época em que eu tinha 12 anos achava-o enorme. A verdade é que ele fisicamente estava muito desenvolvido para a idade, ao ponto dos outros lhe chamarem Gigas que era a abreviatura de Gigante. A alcunha não era depreciativa, antes pelo contrário, pois o resto da turma simpatizava com ele.

Como estava desmotivado, o Gigas portava-se mal nas aulas daqueles professores que não tinham tanto controle sobre a turma que eram a professora de Inglês e o professor de Mecanotecnia e, habiualmente, eu levava por tabela. Uma vez, atirou com o meu casaco para cima da secretária do professor de Mecanotecnia, e creio que não fez pior porque só lá estava metade da turma e dava nas vistas. Nas aulas de Inglês era pior, punha-se a tossir e aos gritos e é óbvio que a professora sabia que era ele, mas ele negava. Certa vez, tentou tirar-me um sapato para o atirar para perto do quadro. Não conseguiu, mas a tentativa só por si já era humilhante.

Ninguém na turma tinha qualquer hipótese contra ele, num confronto físico, mas claro que ele tinha que escolher a criança mais pequena da turma, como bom cobarde que era.

Um dia fartei-me, desenhei a cabeça e o pescoço de um pato no meu caderno, escrevi Pato Desgraçado e disse-lhe que era ele. Aquilo não era muito ofensivo, mas como ele reagia mal à frustração ficou furioso e tentou apertar-me um braço. Felizmente, ainda havia algum respeito pelos professores porque ele não insistiu.

No final do ano letivo, ou no início do seguinte, não me lembro bem, ele desistiu da escola e foi trabalhar para uma fábrica na Alemanha, para minha alegria !

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publicado às 08:49
08/11/18

Escreve, Apaga, Escreve, Apaga

Há uns tempos, reparei que tinham escrito num muro aqui na minha zona. Pelo que está escrito dá a impressão que já tinham escrito algo antes, mas que foi apagado.

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 Pouco tempo depois, nova mensagem.

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O autor dos escritos está furioso por pintarem por cima do que ele escreve.

Aguardam-se as cenas do próximo capítulo.

publicado às 08:49

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